{"id":6745,"date":"2025-05-06T13:49:31","date_gmt":"2025-05-06T13:49:31","guid":{"rendered":"https:\/\/secbg.com.br\/?p=6745"},"modified":"2025-05-12T13:56:11","modified_gmt":"2025-05-12T13:56:11","slug":"maternidade-mais-de-40-das-mulheres-com-filhos-pequenos-estao-na-informalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/secbg.com.br\/?p=6745","title":{"rendered":"Maternidade: mais de 40% das mulheres com filhos pequenos est\u00e3o na informalidade"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisa baseada em dados do IBGE aponta que, no \u00faltimo trimestre de 2024, a participa\u00e7\u00e3o de mulheres com filhos de at\u00e9 cinco anos no mercado de trabalho \u00e9 de 58,9%. Para as trabalhadoras sem filhos, o percentual chega a 72%, mas ainda muito diferente da participa\u00e7\u00e3o masculina, que representa 92,2% e 89%, respectivamente, para pais e n\u00e3o pais.<\/p>\n<p>As m\u00e3es solo enfrentam desafios ainda maiores. Estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV IBRE) indica que, entre as m\u00e3es solo com filhos de at\u00e9 cinco anos, 32,4% est\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho e 10% est\u00e3o desempregadas. A falta de apoio e a sobrecarga de responsabilidades dom\u00e9sticas dificultam a inser\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia dessas mulheres no mercado formal.<\/p>\n<p>Mulheres negras s\u00e3o mais afetadas pela informalidade e desemprego. Dados do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea) mostram que, em 2022, 62% da popula\u00e7\u00e3o brasileira em situa\u00e7\u00e3o informal era composta por pessoas negras, sendo 25,3% mulheres negras.<\/p>\n<p><strong>Consequ\u00eancias da informalidade<\/strong><\/p>\n<p>A informalidade priva as mulheres de direitos fundamentais, como licen\u00e7a-maternidade remunerada, acesso \u00e0 Previd\u00eancia Social e estabilidade no emprego. Al\u00e9m disso, compromete a seguran\u00e7a financeira e dificulta o planejamento de longo prazo, perpetuando ciclos de vulnerabilidade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Para enfrentar esses desafios, \u00e9 essencial implementar pol\u00edticas p\u00fablicas que promovam a concilia\u00e7\u00e3o entre trabalho e maternidade. A amplia\u00e7\u00e3o da oferta de creches p\u00fablicas, a flexibiliza\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho e a cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de valoriza\u00e7\u00e3o profissional por parte das empresas representam caminhos poss\u00edveis para que as m\u00e3es trabalhadoras tenham condi\u00e7\u00f5es de atuar com o suporte necess\u00e1rio para si e seus filhos.<\/p>\n<p>Um dos principais benef\u00edcios que o Sindicato dos Empregados no Com\u00e9rcio (SEC-BG) conquistou para as m\u00e3es comerci\u00e1rias foi o aux\u00edlio-creche, um importante aux\u00edlio para as empregadas no com\u00e9rcio que t\u00eam filhos menores de seis anos.<\/p>\n<p>A maternidade n\u00e3o deve ser um fator de exclus\u00e3o no mercado de trabalho. Promover a igualdade de oportunidades para as mulheres, independentemente de sua condi\u00e7\u00e3o maternal, \u00e9 fundamental para o desenvolvimento social e econ\u00f4mico do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: Gera\u00e7\u00e3o T &#8211; Fase 2<br \/>\nUGT\/SEC-BG<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"card-text\">Pesquisa baseada em dados do IBGE aponta que, no \u00faltimo trimestre de 2024, a participa\u00e7\u00e3o de mulheres com filhos de at\u00e9 cinco anos no mercado de trabalho \u00e9 de 58,9%. 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