Sindicato dos Empregados no Comércio de Bento Gonçalves (SEC-BG) está atento e alerta: se você, comerciário, se sente prejudicado, procure o seu Sindicato
O crescimento das contratações com carteira assinada em 2024 trouxe um alívio para o mercado de trabalho brasileiro. No entanto, especialistas alertam que, apesar desse avanço, a realidade de muitos trabalhadores ainda é de desalento e subocupação, fenômenos que continuam afetando milhões de brasileiros.
Segundo os dados mais recentes, o número de empregos formais no Brasil registrou um crescimento significativo em relação ao ano anterior. No entanto, essa recuperação não foi suficiente para reduzir completamente a precarização do trabalho.
“Embora muitos trabalhadores sejam persuadidos a atuar neste cenário, mesmo contra a vontade, outros tantos optam por este formato de vínculo visando o ganho imediato, sem pensar nos reflexos que serão causados no futuro do trabalhador”, ressalta a presidente do SEC-BG, Orildes Maria Lottici.
O aumento dos empregos formais é positivo, pois garante acesso a benefícios como 13º salário, FGTS, férias remuneradas e estabilidade financeira, e benefícios de Convenção Coletiva de Trabalho e ou Acordo Coletivo de Trabalho. Entretanto, o crescimento ainda não atinge todas as categorias e não resolve todo o problema da falta de oportunidades de trabalho de qualidade para muitos brasileiros.
Entre os principais problemas enfrentados estão os baixos salários e a precarização do emprego mesmo dentro da CLT; as altas taxas de informalidade em alguns setores, sem acesso a direitos básicos; a falta de investimento em políticas públicas para absorver a população desalentada.
Destaques do mercado de trabalho:
● Aumento de 16,5% no número de empregos formais em 2024, passando de 1,4 milhão para 1,7 milhão de novas vagas.
● O Brasil tem cerca de 3 milhões de pessoas desalentadas, ou seja, que desistiram de procurar emprego por não enxergarem oportunidades viáveis.
● Subocupação em alta: 5,8 milhões de trabalhadores enfrentam essa situação, com salários insuficientes para o sustento básico.
O crescimento do emprego formal não pode mascarar a realidade de milhões de trabalhadores que ainda lutam contra a informalidade, subempregos e condições precárias.
É necessário que políticas públicas sejam fortalecidas para garantir que o trabalho digno seja acessível a todos, com direitos, proteção e oportunidades reais para quem ainda está à margem do mercado formal.
Mônica Rachele Comunicação
Mônica Rachele – MTB 9791
Assessora de Imprensa do SEC-BG